Caminhoneiros: RJ foi o único a sinalizar redução no ICMS

Compartilhar

Têm-se buscado muitas explicações para a greve que parou o Brasil e ainda resiste em vários pontos do país. Mas o fato é que vivemos tempos difíceis com uma política de preços injusta praticada pela Petrobras, situação que a Alerj vem denunciando há tempos e que foi reforçada aqui nesta Casa Legislativa desde a CPI da companhia, em 2015.

Especificamente sobre o nosso estado, desde o primeiro dia de paralisações fui procurado por representantes da categoria e também de sindicatos como SindiTanque e SindiCarga para intermediar as negociações com o Governo do Rio.  Na ocasião, marcamos para o mesmo dia uma reunião na Fazenda Estadual, e, no dia seguinte, fomos ao governador. Quadro questões importantes foram colocadas na reunião da última quinta-feira (24). São elas:

A redução do ICMS do diesel, de 16% para 12%, equiparando à alíquota de outros estados do Sudeste como São Paulo e Espírito Santo; a transferência da obrigatoriedade do recolhimento do ICMS ao contratante/embarcador e não mais às transportadoras de cargas; a exclusão das transportadoras de cargas do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF), assim como feito com outras categorias; e por fim, a questão dos reboques de caminhões, levados a depósitos, especialmente o de Seropédica.

O governador não só  concordou com o pleito da redução do ICMS do diesel, como já enviou mensagem à assembleia, que estamos votando nesta terça-feira em regime de urgência em duas sessões extraordinárias: uma para apreciar possíveis emendas e outra para votar essas emendas. Com relação à transferência do ICMS para as contratantes, o governador também concordou em fazer por decreto, uma vez que elas já recolhiam desta forma até 2016.  Com relação à exclusão do FEEF, Pezão se comprometeu em levar o assunto ao Ministro da Fazenda, uma vez que precisa do aval do Conselho de Recuperação Fiscal; e a questão dos depósitos, já entramos com pedido de informações ao Batalhão da PM da área para averiguar a situação.

Ou seja, buscamos atender a todas as reivindicações da categoria por entender que os valores praticados atualmente têm prejudicado as empresas, e, consequentemente, a classe desses trabalhadores.

Hoje o custo do diesel não paga mais o frete dos caminhoneiros, tornando a atividade inviável. Da nossa parte, cumprimos com o que foi colocado. Resta saber se há razões além das que foram apresentadas para a permanência dos bloqueios nas estradas do Rio de Janeiro!

RECEBA NOSSOS INFORMATIVOS NO SEU EMAIL OU POR WHATSAPP

Mais notícias

André Ceciliano participou do ato ao lado dos candidatos ao Senado Benedita e Pedro Paulo,

Candidato a deputado estadual, André Ceciliano, do PT, destaca que uma de suas prioridades será

Candidato a deputado estadual se reuniu com o prefeito Haroldinho e apoiadores para discutir avanços

Candidato a deputado estadual participou de caminhada na Taquara e realizou duas carreatas em Japeri,

Plenária “Paracambi do Lado Certo” reuniu mais de mil apoiadores nesta sexta-feira (25) O candidato

Prefeito e ex-prefeito de Nova Iguaçu destacaram a atuação dos candidatos em investimentos recentes na