Na Firjan, Ceciliano defende ações da Alerj para setor de bebidas e alimentos

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Foi consenso na reunião a crítica ao aumento proposto pela Petrobras, para o próximo ano, de mais de 200% na molécula do gás.

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), deputado André Ceciliano (PT), se reuniu com o presidente interino da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Luiz Césio Caetano de Souza Alves, e representantes do setor de alimentos e bebidas para debater sobre a retomada do agronegócio e a estruturação de políticas públicas para a cadeia produtiva do estado. O encontro aconteceu na segunda-feira (06/12), na sede da Firjan.

Na ocasião, o presidente da Firjan agradeceu à Alerj pela parceria na busca de soluções para alavancar a retomada do crescimento da indústria no Rio. “Nós nos reunimos com o presidente André Ceciliano e levamos algumas demandas, entre elas a competitividade tributária. E a Alerj vem demonstrando isso através de ações efetivas, como a que suspende a substituição tributária nas operações de lácteos, cachaça e outros produtos”, disse Luiz Césio.

Integrantes de diversos setores participaram da reunião e pontuaram demandas importantes, como a regulamentação da lei aprovada pela Alerj e sancionada pelo governo do estado que suspendeu a aplicação do regime de substituição tributária nas operações de saída de leite, laticínios, água mineral e potável de mesa envasadas, cachaça, aguardentes e outras bebidas destiladas ou fermentadas quando produzidas por alambiques. “Nós, do setor lácteo, queremos agradecer ao presidente André Ceciliano pela habilidade e liderança em resolver esse problema que tanto nos assolava. As indústrias e nossas cooperativas geram emprego e renda no interior, então o nosso agradecimento”, ressaltou o representante das cooperativas de leite, Cláudio Meireles.

Um dos temas debatidos no encontro foi o aumento proposto pela Petrobras de mais de 200% na molécula do Gás, para a Naturgy, na virada do ano. “Precisamos chamar atenção porque isso inviabiliza o gás natural do estado. Tem uma rota que estamos disputando com São Paulo e tem aqui a Equinor Campo de Bacalhau. Vamos ter mais de 2 bilhões de reais no Fundo Soberano para implementar investimentos estruturantes. Se conseguirmos trazer para Itaguaí, viabilizamos as termelétricas, as siderúrgicas, e uma área grande em torno do Arco Metropolitano”, comentou Ceciliano.

Em seguida, o presidente da Alerj agradeceu à Firjan pelo convite para participar desse importante encontro. “Neste momento em que o Rio de Janeiro começa a dar sinais de retomada da sua economia, quero reiterar que a Alerj sempre estará à disposição da Firjan e de todos os setores para dialogarmos e procuramos soluções justas para o estado do Rio de Janeiro”, comentou Ceciliano.

Defesa do Galeão

O Presidente da Alerj encerrou a reunião lembrando do modelo de concessão proposto pelo governo federal para o aeroporto Santos Dumont, que pode inviabilizar o terminal Tom Jobim. “O Galeão é responsável por 95% das importações e exportação de insumos. O que o governo quer com o remanejamento de voos para o Santos Dumont é um aumento na outorga. Não podemos quebrar o Galeão por conta disso”, concluiu o presidente.

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