Candidato tem histórico de atuação em defesa da cultura e é autor de medidas de incentivo à produção artística
O candidato a deputado estadual André Ceciliano (PT) participa, nesta quarta-feira (2), às 19h, de um encontro com representantes do setor cultural na sede da Companhia de Teatro Contemporâneo, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. O evento é organizado pelo ex-presidente da Funarj José Roberto Guifeford e pelo diretor e proprietário do teatro, Dinho Valadares.
O encontro reunirá atores, diretores de teatro, produtores culturais, alunos e outros profissionais ligados à produção artística no estado. A agenda terá como foco o diálogo com a classe e a discussão de propostas para o fortalecimento da cultura fluminense.
Antes mesmo de entrar na vida pública, Ceciliano já mantinha uma relação próxima com a cultura. Ele comprou o Cinema Imperial, tradicional sala de Paracambi, onde promovia sessões gratuitas para a população. No espaço, exibiu clássicos como Cinema Paradiso, um de seus filmes favoritos. “Esse assisti milhares de vezes e até hoje choro quando vejo”, contou.
A relação com a música também começou cedo. Antes da vida pública, trabalhou na loja de um tio, que vendia discos de vinil. Foi ali que desenvolveu o gosto eclético e o amplo conhecimento sobre a música regional.
“Cultura é o alimento da alma”, costuma dizer Ceciliano. Para ele, além de preservar a memória e a identidade de um povo, o setor cultural também representa uma importante cadeia econômica, com geração de emprego e renda.
Leis para a cultura
Como parlamentar, possui histórico de atuação em defesa do setor cultural. Entre as 458 leis de sua autoria aprovadas ao longo de quatro mandatos, estão medidas que ampliaram mecanismos de incentivo à produção artística no estado, como a Lei 3.555/2001, que aumentou o acesso a benefícios fiscais para empresas que patrocinam espetáculos nacionais.
Posteriormente, a Lei 9.926/2022 ampliou as possibilidades de patrocínio de pequenas e médias empresas para eventos culturais e esportivos no estado. A legislação permite que empresas de pequeno e médio porte, com Receita Operacional Bruta de até R$ 4,8 milhões, destinem até 10% do ICMS devido ao Estado para o patrocínio de projetos culturais e desportivos.